sábado, 2 de junho de 2012

Sinais estranhos no céu. Estamos sendo visitados?

Sempre tive um fascínio declarado pelo céu! Adoro contemplar um céu azul com nuvens bem encorpadas! É lindo quando o sol está se pondo e o púrpuro mesclado a várias tonalidades de cinza dão um realce singular às nuvens sobrepostas ao alaranjado do horizonte! Ah, que cena incrível! 

O que dizer de um céu estrelado, visto de uma pequena cidade ou de um sítio, de onde as estrelas parecem saltar aos nossos olhos, livres para brilhar sem serem ofuscadas pelas luzes artificiais das cidades maiores?!! Ah, o céu, seus enigmas e encantos! 

Lembro-me de ter meus interesses pelos mistérios do céu mais intensificados a partir do início de minha vida adulta. Tenho lembranças nítidas das muitas vezes que caminhava no meio da rua (literalmente), quase sempre depois das 22h, voltando da faculdade, olhando para o firmamento e imaginando se havia alguém lá que pudessem me ver, me escutar... Sentia-me feliz em poder respirar o ar gelado das noites de outono e inverno e deixar meus pensamentos voarem até chegarem sei lá aonde, torcendo para vislumbrar alguma estrela cadente (o que já havia presenciado algumas vezes) ou qualquer outro fenômeno. São recordações que ficaram e jamais serão apagadas!

Numa dessas contemplações noturnas do céu, andando e ponderando sobre a vida, tive uma experiência incrível, que, certamente, poucos tiveram!
Vi uma explosão estelar! Era primavera de 1994. Vi um grande clarão num ponto específico que, quase instantaneamente, foi se dissipando em incontáveis pontos luminosos até desaparecer por completo. Fiquei atônita com a cena! Eu esperava, no máximo, ver uma estrela cadente... de repente, fui agraciada com aquela cena memorável! A partir daquela noite, passei a voltar ainda mais minha atenção para o alto.

Numa noite de 1995, eu e o Daniel, meu namorado na época, estávamos andando de carro nas areias da praia de Curumim, RS. Estávamos conversando, enquanto ele dirigia lentamente. Subitamente ele interrompeu o diálogo, assustado: "o que é aquilo?" apontando para o céu, sobre o mar. Eu respondi: "Não é um farol?" Ele retrucou, ironicamente: "Ah, é, farol sobre o mar?!" Eu nem tinha percebido esse "detalhe". Era a explicação que me viera repentinamente para descrever o que estávamos presenciando: uma enorme bola laranja, como se fosse de fogo, pairando sobre  o mar, próxima à costa. Parecia estar perto de onde estávamos. Não dá pra dizer com certeza. Ele parou o carro, mas não se atreveu a desligá-lo! Ficamos ali, por alguns minutos, tentando dar nome àquilo que estávamos vendo, quando eu decidi: "Vou descer!". Imediatamente ele engatou uma primeira e acelerou! Eu insisti para ele parar, mas estava amedrontado e temeroso que minha coragem fosse meter-nos numa fria. Enquanto ele dirigia, meu olhos não se desgrudavam do objeto até que ficou para trás, sendo encoberto por nuvens muito baixas e nada mais pude enxergar.

Eu e o Dani ficamos muito impressionados com aquilo. Chegamos ao local onde estavam nossos amigos e, com muita euforia, começamos a relatar o que tínhamos acabado de ver. Para a nossa triste surpresa, as pessoas não só não acreditaram em nós, como ficaram com deboches e insinuações. Aquilo foi chocante, porque sabíamos que falávamos a verdade. Aquela atitude de escárnio foi o suficiente para que sentíssemos desencorajados de falar para outras pessoas. Até que, em pouco tempo, não tocamos mais no assunto. 

Há um fato inegável nessa história! Aquilo que vimos não se assemelhava a nada conhecido. Não era avião, balão ou helicóptero, pois era TODO iluminado e não saía do lugar. Lamento até hoje não ter ficado observando até o "fim". 

Em 1996 filiei-me à Igreja. Senti-me feliz por ser lembrada de que há um Deus no céu que sempre me viu e escutou! Aquela sensação de alegria e encanto que sentia ao contemplar o céu era uma forma de sentir o Seu Espírito. Mas fiquei surpresa com uma das doutrinas que aprendi, aliás, soou como melodia a meus ouvidos: Deus povoou outros planetas além do nosso. "E ele [Moisés] viu muitas terras; e cada uma se chamava Terra e havia habitantes em sua superfície." (Pérola de Grande Valor - Moisés 1:29). Eu sempre tive a nítida sensação de que não estávamos sozinhos no universo e nem me atrevia a colocar em dúvida esse sentimento, pois, para mim (com todo o respeito por quem pensa diferente), seria ignorância pensar que este planeta fosse o centro da criação de Deus. Para a minha alegria, a minha percepção era correta!

Em 1998 eu morava em Porto Alegre. Alugava um quarto na casa da Dona Malvina, uma senhora viúva. Eu trabalhava na extinta Tchóin Jeans, no Shopping Praia de Belas. Meu horário de trabalho era das 15h às 22h.Chegava em casa geralmente antes das 23h. Numa dessas noites eu estava chegando em casa e a Carmen, nora da dona Malvina, que morava nos fundos do sobrado, estava lavando a calçada. Ficamos conversando ali, por alguns minutos e, como de costume, comecei a observar o céu. Rapidamente identifiquei algo inusitado. Vi três pontos luminosos, que pareciam grandes estrelas, movimentando-se. Eu e a Carmem ficamos observando por uns quinze minutos ou mais (não lembro exatamente). Os objetos pareciam estar brincando. Ora se alinhavam, ora ficavam em "V" e assim ficaram trocando de lugar até desaparecerem. A Carmem ficou muito impressionada! Eu nem tanto, devido a outra experiência que tivera.

Passaram-se muitos anos. Nesse meio tempo eu casei, fui morar em Torres, RS. Tive dois filhos lá. Mudei para Gravataí, RS e tive meu terceiro filho. Divorciei-me e retornei a Taquara. Não percebi nada de extraordinário no céu durante esses anos. Na verdade, nem tive tempo para observá-lo com atenção, pois meus afazeres tomavam todo o  meu tempo.

Já em Taquara, consegui avistar satélites em cinco ocasiões. Em duas delas, enxerguei-os no momento em que refletiram a luz do sol, como um espelho, concentrando um brilho que começava fraco e gradualmente se intensificava até voltar a enfraquecer e desaparecer. Um destes satélites vi quando estava a caminho da escola dos meus filhos, para levá-los, por volta das 13h e o outro às 19h30, quando estava fechando as janelas da casa. Este último causou-me um tremendo susto, mas depois que me acalmei e pude raciocinar melhor, vi que podia ser um satélite se movimentando.

Os três outros satélites que vi atravessaram o céu, de um lado ao outro (no sentido nordeste/sudeste), em linha reta, sempre iluminados. Dois deles vi de madrugada e outro ao entardecer.

Há dois anos, eu estava sentada na frente da minha casa, por volta das 19h, tomando chimarrão com minha prima Caroline e a tia Sandra. O céu ainda estava claro. Eu e a Carol estávamos olhando para o sul, quando surgiu no horizonte, num ângulo de 40 graus, mais ou menos, um ponto luminoso que estava lentamente se movimentando para baixo, como se estivesse caindo em câmera lenta. Em cerca de 10 segundos ele sumiu. Ficamos comentando o ocorrido quando lá estava o ponto luminoso novamente. Como um replay, fez o mesmo trajeto de um ponto a outro, na mesma velocidade.

Alguns meses depois, eu estava voltando da padaria e deparei-me com um objeto voando baixo. Era uma bola piscante. Sim, um objeto que parecia ser redondo e piscava sem parar. Ele não tinha luzes que piscavam, como os aviões, mas todo ele emitia aquela luz. Fiquei olhando fixamente para o céu. Ele estava fazendo a rota de um avião (do sudoeste para o nordeste) até que, fez uma curva para o leste e assim prossegui em linha reta. 

Conheço algumas pessoas que tiveram experiências incríveis. Um amigo viu um objeto enorme, em forma de cilindro, muito de perto. Um amigo da minha Igreja sempre me envia materiais e relatos de experiências próprias e de amigos próximos a ele. Uma mulher aqui de Taquara, parente de uma amiga, confessou que quando era criança, viu um objeto em forma de disco voando muito baixo, bem próximo a ela mas nunca se atreveu a contar por medo de ser  ridicularizada. Criei uma comunidade no Orkut onde mais amigos contam suas experiências.  

Hoje em dia, com a Internet acessível para praticamente todas as pessoas, muitas delas, que tiveram experiências semelhantes, estão se sentindo muito mais encorajadas a compartilhar o que viram. À medida que surgem novas testemunhas, o ceticismo geral diminui. Diminuindo o ceticismo, as pessoas não temem tanto cair em descrédito. Ninguém quer ser tachado de mentiroso, muito menos de maluco! 

Depois de tudo o que vi, restam muitas dúvidas: o que foram essas coisas? São deste mundo? De onde são? São materiais ou espirituais? São energia ou matéria palpável? A única resposta que posso dar é esta: não sei! Tenho algumas teorias especulativas, mas não vou publicá-las (ainda). Que cada um tire suas próprias conclusões. A única certeza que tenho é a de que existem outros planetas povoados por nosso Pai (Só esse ponto renderia muito assunto, mas não vou entrar nessa questão). No entanto, até que ponto Ele permitiria que fôssemos visitados por nossos "irmãos" de outros planetas? Teriam eles tecnologia avançada a ponto de  fazerem uma viagem tão longa? Ou existiria um "portal" por onde passariam para encurtar o trajeto? 

Prefiro ficar com as minhas certezas e deixar que as dúvidas sejam sanadas no devido tempo (provavelmente depois desta vida). Àqueles que desejam ver coisas semelhantes às que vi dou um conselho simples: olhem mais para cima... e desfrutem! 

11 comentários:

  1. Respostas
    1. Gostei imenso de conhecer as experiencias da Erika. A sua forma de se expressar de uma forma fluida e algo poetica torna a sua prosa muito agradável, pelo que acho que deveria aventurar-se a fazer um trabalho literário mais completo, ou seja escrever um livro pois tem o talento mais que suficiente. Bjinho Rui

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    2. Um elogio desses, vindo de um ótimo escritor, nem sei o que dizer! Mas prefiro acreditar que uso de linguagem simples, apta a satisfazer um público menos exigente! Foram experiências sem igual! Obrigada por ler e comentar, Rui! Bjs.

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    3. Concordo com o Rui, Erika! Não precisa escrever difícil não, apenas escreva. Tenho certeza que você tem muitas histórias pra contar, e que pode ajudar muita gente.
      Muito legal as experiências. Eu tive algumas experiências assim, de ver objetos no céu ao longo da minha vida. Lembro-me de um livro que li na época em que o Círculo do Livro existia chamado Yago, o que me abriu a experiências desse tipo. Beijo linda!

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    4. Obrigada pelo incentivo, Chris! Tu és muito generosa com as palavras! Eu sabia que tu acreditavas, mas não me lembrava que tu também tinhas experiências deste tipo! Muito legal! Obrigada, querida!!

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    5. As coisas de Deus são extremamente maravilhosas é Glorioso contemplar a sua magnitude, estamos vivendo o fim dos tempos mas Deus resgatará sua igreja e se formos fiéis como o criador quer viveremos na nova Jerusalém GLÓRIA A NOSSO DEUS

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    6. As coisas de Deus são extremamente maravilhosas é Glorioso contemplar a sua magnitude, estamos vivendo o fim dos tempos mas Deus resgatará sua igreja e se formos fiéis como o criador quer viveremos na nova Jerusalém GLÓRIA A NOSSO DEUS

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  2. Irmã Érika muito show estes teus comentários,também sou membro da Igreja Verdadeira a 23 anos e compartilho da mesma idéia e opnião sua,a principio nos somos estra-terrestres certo ? Claro pois se comos filhos espirituais de Deus e viemos aqui para nos aperfeiçoar,logo somos de outra esfera,ou universo chame como queira.
    Eu também adoro observar o céu,principalmente a noite,onde já pude observar vários fenômenos,já vi 2 luzes paradas no ar bem longe,como se fossem 2 estrelas,era mais ou menos umas 18.30 horas e chamei minha esposa para ver,e tão logo ela chegou a porta as 2 luzes como que por impulso se deslocaram para o lado esquerdo de nossa visão em uma velocidade espantosa,hoje atualmente aqui em Viana-Es,sempre entre as 4 e 5 da madrugada,fico observando o céu e sempre vejo estrelas ou seja lá o que for se deslocando em velocidade média,sei que avião não é pois a sua luz não é intermitente,mas é uma luz constante tal qual as estrelas em seu redor,outro dia vi uma que ao se deslocar teve o seu brilho aumentado muitas vezes e depois voltou a luz normal e prossegui o seu caminho.
    Eu sou fascinado pelo universo e estes assuntos me deixam ainda mais certo da existência de um ser supremo chamado Deus,nosso pai celestial e também sei que existem outros mundos,seria-mos muito estúpidos se pensassemos apenas que apenas nós existimos neste imenso universo.
    Por favor me envie o que você tem mais ai.
    sudcunha@hotmail.com

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    1. Muito interessantes tuas experiências! As luzes que cruzam o céu em linha reta normalmente são satélites. Agora quando há alteração inconstante no brilho, já não sei dizer. Eu mandei detalhes do meu primeiro avistamento para o site do CUB (já ouviste falar?). Eles me retornaram dizendo que provavelmente fosse um OSNI, Mandei também outros, pois estava em dúvida, avisaram-me que eram satélites. Eles são bem criterioso na análise e dizem que somente 5% dos registros feitos até hoje (filmagens e fotos) não tem explicação, sendo considerados OVNIs. Continue observando o céu, terás sempre algo novo para relatar, mesmo que seja um fenômeno da natureza. Eles são tanto quanto dignos de admiração! Um abraço cunha!

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    2. Erika,eu sou Sud. Mais ou menos 1994 por aí,eu vi do meu quintal um disco voador OVNI com certeza,nunca tinha visto um. Mas qdo se vê sabemos. Era redondo com luzes laranja vermelha azul girando e piscando. Ficava em um ponto e rapidamente ia para esquerda voltava no ponto e ia para a direita sem parar. Linnnnndo. Repetidamente. Era meia-noite e meus filhos viram comigo até 2 da manhã. Estava longe.tentei ligar para um canal de TV.Mas infelismente não consegui falar com nimguem. Por isso que acredito qdo alguem fala que viu.

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    3. Incrível, hein!! Obrigada por compartilhar, Solange!!

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